Real vs Virtual, ou seria Real + Virtual?
Por Bruno Matheus
No mundo do entretenimento digital existem intermináveis opções. Um exemplo é o jogo, fenômeno de público, chamado Second Life (Segunda Vida, em português). O second Life não é apenas um jogo (como muitos pensam), e sim uma rede de relacionamentos em um ambiente 3D. Diferente da maioria dos jogos online, o Second Life não tem um objetivo específico e cada um que joga, vive essa vida paralela traça seus objetivos, como ganhar dinheiro ou apenas viajar pelo mundo virtual.
Esse mundo tem um sistema de moeda próprio, chamado Linden Dóllar (L$), que pode ser trocado por dinheiro real tanto através do site oficial do jogo, que tem suas próprias cotações em Dólares (US$), quando atravéz de transações financeiras com usuários do jogo. As transações no jogo movimentam indiretamente milhões de dólares, através de atividades comerciais e financeiras de muitos empreendedores virtuais geniais.
Muitas empresas já estão utilizando o espaço para fazer propaganda, buscando a visualização de suas marcas neste espaço tão frequentado.
Para que esse imenso mundo virtual fosse criado, a Linden Lab (criadora do "jogo") apenas disponibilizou ferramentas para que os próprios usuários fizessem um mundo no límite de sua imaginação. Permitindo que os mesmos criem objetos pessoais, roupas, casas, prédios e até foguetes.
Atualmente a rede conta com mais de 12 milhões de usuários cadastrados, com uma taxa de cerca de 10% de retenção, o que quer dizer que existem aproximadamente 1,2 milhão de usuários realmente ativos e que entram no mundo virtual com frequência.
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